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 Mestre Joelson Ferreira  -  Professor visitante da UFBA

Mestre Joelson Ferreira - Professor visitante da UFBA

Para Mestre Joelson, o desafio da docência na UFBA faz parte da estratégia de enfrentamento às opressões vividas pelos povos tradicionais. “Não venho só, venho acompanhado de todo um movimento de ancestralidades. A pedagogia é pra fora da sala, precisamos ver as ações, dialogar com o território. Sou grato à UFBA, muitos alunos dessa casa ajudaram a construir a Teia dos Povos e essa é uma forma de ampliarmos a luta”. Mestre Joelson foi contratado em regime de dedicação exclusiva, por tempo determinado, mediante “Edital Interno 01/2023 – IHAC – Chamada para Processo Seletivo para Apresentação de Candidaturas do IHAC ao Edital Professor Visitante Notório Saber 2023 PROEXT/UFBA”, a partir de 04/dez/2023. Sua primeira atividade foi a aula conjunta com o professor visitante Horácio Machado Araóz, da Universidade de Catamarca, na Argentina, no minicurso Ecologias Políticas desde Abya Yala e encerramento da disciplina Cultura e Desenvolvimento. No primeiro semestre de 2024, Joelson ofertará um curso em Tópicos Especiais em Culturas junto ao programa de pós-graduação em Cultura e Sociedade (Pós-Cultura), onde integra o quadro docente como Professor Visitante, colaborando para o componente de Tópicos Especiais em Humanidades e Estudo das Contemporaneidades, na graduação no IHAC, e Estudos Socioeconômicos e Ambientais, na graduação na FAU, e atuará com atividades de ensino, pesquisa e extensão, sob a Coordenação de Leticia Marques e supervisão de Felipe Milanez, que apoiou a contratação do Mestre. Também se articulam nessa ação de acolhimento de mestre Joelson uma teia de professores que irá colaborar com os cursos oferecidos por mestre Joelson, e grupos de pesquisas onde ele participará de debates, além de Felipe Milanez, no IHAC e o Grupo de Ecologias Políticas, com os professores Felipe Estrela, da Faculdade de Direito; Thaís Rosa, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (grupo Margear/PPGAU e Residência AU+E) ; Gilca de Oliveira, da Faculdade de Economia e do Geografar, Ana Lúcia Lage, do BI de Humanidades e Bianca Rückert, do BI Saúde, do IHAC, entre outros docentes e discentes que contribuem para a recepção do Mestre em Salvador. Viva Mestre Joelson e a luta dos povos!

17/03/2024
15:53 Espetáculo SET - Thabata Lorena

Espetáculo SET - Thabata Lorena

Thabata Lorena Espetáculo SET - Thabata Lorena Espetáculo musical que traz uma visão inspiradora para o futuro, com foco na performance e nas músicas do álbum Set, apresentado no Teatro Sesc Paulo Autran. Institucional LEGENDAS LSE Apresentação da equipe Composição, atuação, cantora, direção geral e musical, roteiro, concepção dos figurinos, SET Concepção: Thabata Lorena Direção teatral: Jonathan Andrade Cenografia: Poli Salomé Máscaras: Thabata Lorena e Marcelo Medeiros Arranjo percussão, DJ e sintetizadores: Felipe Fiuza Arranjo quarteto de cordas: Tom Suassuna e Mar Nóbrega Violino: Tom Suassuna Violoncelo: Mar Nóbrega Contrabaixo acústico: Zapatta Prn Viola: Andrey Grego Direção musical: Thabata Lorena Iluminação: Ana Quintas VJ: Aníbal Alexandre (VJ Nibêra) Figurino concepção: Thabata Lorena Figurinistas: Gabi e Crystal Iconic Cenotécnicas: Bruna Perônico e Vitória Fragozo Disco Set: Composição e produção fonográfica: Thabata Lorena Produção musical: Dessa Ferreira, Afrorraga, Doctor Zumba Gravação de voz: Rude Bass Studio Mixagem e Masterização: Lerym Designer: Lara Silva Santos Social media e produção de conteúdo: Mayara Virgínia Assessoria de Imprensa e coordenação Comunicação - Fred Leão - Lambada Fotógrafa: Thais Mallon Técnico de som: Diogo Vinícius Diretor de Palco: Renato Ravengar - Black Tape Assistentes de produção: Matheus Gomes, Nina Ferreira e Eduarda Borges Rodie: Brota Audiovisual e transmissão online: Abder Paz, Angel Luis, Alexandro Fraga e Isaias Pereira Técnico de montagem: Jefferson Landim Andrade Coordenadora de Produção: Adriana Gomes Produção executiva: Lélia de Castro Coordenação Administrativa: Sandro Alvares Coordenação geral e artística : Thabata Lorena Intérprete de Libras: Iury Ferraz AGRADECER O PESSOAL DA LIMPEZA, SEGURANÇA, BRIGADA, DO SESC E AO FUNDO DE APOIO A CULTURA

17/01/2024
Quilombos e favelas do futuro!
15:54 Nêgo Bispo: vida, memória e aprendizado quilombola
6:06 BaobAfricaUnicamp - Inauguração do território de identidade da comunidade negra da UNICAMP

BaobAfricaUnicamp - Inauguração do território de identidade da comunidade negra da UNICAMP

Mês da Consciẽncia Negra Unicamp No dia 28/11, na Praça da Paz, será inaugurado o território de identidade da comunidade negra da UNICAMP e o plantio do Baobá di Oli em homenagem a Oliveira Silveira. Professora Débora Cristina Jeffrey, da Faculdade de Educação, fala sobre a revitalização de um espaço, considerando-o um ato simbólico e relevante que permite atividades culturais, políticas e científicas. Convida todos para participarem das atividades no dia 28 de novembro, na Praça da Paz, destacando a presença de oficineiros e a semeadura de um novo Baobá como um ato de resistência, em conjunto com várias atividades dos coletivos negros. Juliano Henrique Davoli Finelli, prefeito do Campus, menciona as políticas de ressignificação dos equipamentos públicos da universidade, visando fortalecer os laços com a comunidade, especialmente os coletivos organizados. Prof. Fernando Antonio Santos Coelho, pró-reitor de Extensão e Cultura, destaca a ação conjunta entre a prefeitura, a pró-reitoria de extensão e cultura, e os alunos negros da universidade, junto à Professora Débora, para oferecer espaços de identificação aos coletivos da universidade. Ele anuncia um grande evento no dia 28 de novembro, com várias atividades e a inauguração do espaço, visando o reconhecimento da diversidade da universidade e sua inclusão. O Baobá di Oli será plantado na presença de Naiara Oliveira (filha), em honra a Oliveira Silveira, poeta, militante negro e um dos responsáveis pelo reconhecimento do dia 20 de novembro como dia da consciência negra. O plantio é em parceria com o curso de Africanidades Brasileiras e o movimento dos estudantes negres, simbolizando a resistência através da ancestralidade e tecnologia. Programação - “De ponta a ponta, pontonois e ponto” 14h - 15h30 Oficina - Atividade interativa com brinquedos/tecnologias afro diaspóricas para o público infantil Oficineiros: Cibele Rodrigues, Felipe Pereira 16h - 17h30 Oficina - Apropriação de ferramentas tecnológicas (.nos) Oficineiro: Vince Tozzi 17h30 - 18h30 Cerimônia de Plantio do Baobá di Oli em homenagem ao poeta, intelectual e militante negro brasileiro Oliveira Silveira, um dos líderes pelo reconhecimento do Dia da Consciência Negra. 18h30 - 19h Abertura do evento 19h - 19h30 Roda de Tambor TC Silva 19h30 - 21h Oficina - História e importância do dia da consciência negra Oficineira: Naiara Silveira 21h - 23h Batalha de Rima (Maré)

27/11/2023
23:33 Baobá di NILu

Baobá di NILu

BaobÁfriCampinas No próximo domingo, dia 02 de Julho de 2023, a cidade de Campinas será abraçada pelo amor, em memória às personagens pioneiras do movimento negro no Brasil. O cortejo do Coletivo Nação Nagô, representado pelo povo negro da região é uma homenagem aos heróis e heroínas que resistiram e, ao longo do tempo, lutaram pra construir “um mundo mais do nosso jeito”. Venham de branco e vamos celebrar nossos ancestrais e sonhar com um futuro mais justo. Sankofa!!!O Mestre Lumumba e sua filha Dr. Nicéa Quintino Amauro foram uma parte fundamental na construção dessa história, mas agora, após a sua triste partida, este movimento está renascendo com ainda mais força. A árvore Baobá – Baobá di NiLu, que será plantada na frente da prefeitura de Campinas, relembrará a luta e resistência, principalmente das mulheres negras que, quase sempre, eram obrigadas abandonar seus filhos e suas casas e passarem a vida cuidando dos filhos e da casa da burguesia da cidade.Este ato é uma forma de resgatar a memória daqueles que foram esquecidos pelo tempo e pela história branca. É uma forma de homenagear todos os pioneiros e pioneiras que construíram umcaminho para que os negros brasileiros pudessem ter mais direitos e igualdade na sociedade. Estaremos reivindicando também que esta data seja incluída no calendário decomemoração do Aniversário de Campinas visto que, também estamos comemorando um quarto de milênio da presença das Áfricas em Campinas. Vamos construir um mundo mais do nosso jeito. BaobÁfriCampinas!!!* Independência da Bahia. O dia 2 de julho foi escolhido por ser dia do nascimento de Mestre Lumumba e é também o dia de comemoração da Independência da Bahia onde se registrou o protagonismo de mulheres comoMaria Felipa de Oliveira, uma mulher negra, pescadora, marisqueira e ganhadeira, lutou nas batalhas de Independência do Brasil na Ilha de Itaparica (Bahia – BA). Ela teria comandado um grupo de cerca de 40 mulherespara, primeiro, seduzir os portugueses e, depois, atear fogo às embarcações deles.

13/10/2023
msg1130712865-171208

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Oiii, T Tudo bem? Eu não vou conseguir porque tenho aula, as 19h 😭 Mas os meninos vão Vc vai tá aí agora a tarde? Depois das 13h? yo, vou estar por aqui sim. To Colando chego daqui 15 minutos E aii T, vc tá por aqui Mensagem encaminhada Layne Mensagem encaminhada Layne O Laboratório Ádapo é a consolidação de anos de atuação educacional e social da fundadora Layne Gabriele. Ele nasceu em 2020, durante a pandemia com a distribuição de cestas básicas. O laboratório é um projeto dedicado a resgatar a autoestima intelectual dos moradores do bairro Campo Belo, em Campinas. Nosso objetivo é proporcionar o letramento digital, acesso a alimentação e promover a produção e valorização de tecnologias sociais. Por meio de nossas oficinas e cursinho popular, buscamos introduzir os jovens a informações que chegam até a periferia de forma fragmentada. O Campo Belo se localiza na região Sul, que abriga mais de 50 mil habitantes divididos em 20 bairros e está localizada a 15km do centro de Campinas. Apenas 2 desses 20 bairros são regularizados, a maioria dos terrenos pertence a indústrias, à Igreja Católica e à proprietários de terras e a área enfrenta a constante ameaça do aeroporto Viracopos, que busca se apropriar da região e desalojar os moradores. No Campo Belo residem aproximadamente 13.123 jovens, dos quais mais de 7.938 estão em áreas vulneráveis, representando cerca de 70% desta população. Contando com poucos serviços estatais, a Unidade Básica de Saúde enfrenta grandes falhas em seu funcionamento, muitos moradores estão em situação de insegurança alimentar, a oferta de educação é escassa, com apenas um cursinho popular, o Laboratório Ádapo, e poucas iniciativas voltadas para a educação e segurança escolar. Isso leva muitos estudantes a abandonar a escola ou buscar estudos no centro da cidade, gastando mais de 400,00 em transporte.

09/08/2023
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Oiii, T Tudo bem? Eu não vou conseguir porque tenho aula, as 19h 😭 Mas os meninos vão Vc vai tá aí agora a tarde? Depois das 13h? yo, vou estar por aqui sim. To Colando chego daqui 15 minutos E aii T, vc tá por aqui Mensagem encaminhada Layne Mensagem encaminhada Layne O Laboratório Ádapo é a consolidação de anos de atuação educacional e social da fundadora Layne Gabriele. Ele nasceu em 2020, durante a pandemia com a distribuição de cestas básicas. O laboratório é um projeto dedicado a resgatar a autoestima intelectual dos moradores do bairro Campo Belo, em Campinas. Nosso objetivo é proporcionar o letramento digital, acesso a alimentação e promover a produção e valorização de tecnologias sociais. Por meio de nossas oficinas e cursinho popular, buscamos introduzir os jovens a informações que chegam até a periferia de forma fragmentada. O Campo Belo se localiza na região Sul, que abriga mais de 50 mil habitantes divididos em 20 bairros e está localizada a 15km do centro de Campinas. Apenas 2 desses 20 bairros são regularizados, a maioria dos terrenos pertence a indústrias, à Igreja Católica e à proprietários de terras e a área enfrenta a constante ameaça do aeroporto Viracopos, que busca se apropriar da região e desalojar os moradores. No Campo Belo residem aproximadamente 13.123 jovens, dos quais mais de 7.938 estão em áreas vulneráveis, representando cerca de 70% desta população. Contando com poucos serviços estatais, a Unidade Básica de Saúde enfrenta grandes falhas em seu funcionamento, muitos moradores estão em situação de insegurança alimentar, a oferta de educação é escassa, com apenas um cursinho popular, o Laboratório Ádapo, e poucas iniciativas voltadas para a educação e segurança escolar. Isso leva muitos estudantes a abandonar a escola ou buscar estudos no centro da cidade, gastando mais de 400,00 em transporte.

09/08/2023
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Oiii, T Tudo bem? Eu não vou conseguir porque tenho aula, as 19h 😭 Mas os meninos vão Vc vai tá aí agora a tarde? Depois das 13h? yo, vou estar por aqui sim. To Colando chego daqui 15 minutos E aii T, vc tá por aqui Mensagem encaminhada Layne Mensagem encaminhada Layne O Laboratório Ádapo é a consolidação de anos de atuação educacional e social da fundadora Layne Gabriele. Ele nasceu em 2020, durante a pandemia com a distribuição de cestas básicas. O laboratório é um projeto dedicado a resgatar a autoestima intelectual dos moradores do bairro Campo Belo, em Campinas. Nosso objetivo é proporcionar o letramento digital, acesso a alimentação e promover a produção e valorização de tecnologias sociais. Por meio de nossas oficinas e cursinho popular, buscamos introduzir os jovens a informações que chegam até a periferia de forma fragmentada. O Campo Belo se localiza na região Sul, que abriga mais de 50 mil habitantes divididos em 20 bairros e está localizada a 15km do centro de Campinas. Apenas 2 desses 20 bairros são regularizados, a maioria dos terrenos pertence a indústrias, à Igreja Católica e à proprietários de terras e a área enfrenta a constante ameaça do aeroporto Viracopos, que busca se apropriar da região e desalojar os moradores. No Campo Belo residem aproximadamente 13.123 jovens, dos quais mais de 7.938 estão em áreas vulneráveis, representando cerca de 70% desta população. Contando com poucos serviços estatais, a Unidade Básica de Saúde enfrenta grandes falhas em seu funcionamento, muitos moradores estão em situação de insegurança alimentar, a oferta de educação é escassa, com apenas um cursinho popular, o Laboratório Ádapo, e poucas iniciativas voltadas para a educação e segurança escolar. Isso leva muitos estudantes a abandonar a escola ou buscar estudos no centro da cidade, gastando mais de 400,00 em transporte.

09/08/2023
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Oiii, T Tudo bem? Eu não vou conseguir porque tenho aula, as 19h 😭 Mas os meninos vão Vc vai tá aí agora a tarde? Depois das 13h? yo, vou estar por aqui sim. To Colando chego daqui 15 minutos E aii T, vc tá por aqui Mensagem encaminhada Layne Mensagem encaminhada Layne O Laboratório Ádapo é a consolidação de anos de atuação educacional e social da fundadora Layne Gabriele. Ele nasceu em 2020, durante a pandemia com a distribuição de cestas básicas. O laboratório é um projeto dedicado a resgatar a autoestima intelectual dos moradores do bairro Campo Belo, em Campinas. Nosso objetivo é proporcionar o letramento digital, acesso a alimentação e promover a produção e valorização de tecnologias sociais. Por meio de nossas oficinas e cursinho popular, buscamos introduzir os jovens a informações que chegam até a periferia de forma fragmentada. O Campo Belo se localiza na região Sul, que abriga mais de 50 mil habitantes divididos em 20 bairros e está localizada a 15km do centro de Campinas. Apenas 2 desses 20 bairros são regularizados, a maioria dos terrenos pertence a indústrias, à Igreja Católica e à proprietários de terras e a área enfrenta a constante ameaça do aeroporto Viracopos, que busca se apropriar da região e desalojar os moradores. No Campo Belo residem aproximadamente 13.123 jovens, dos quais mais de 7.938 estão em áreas vulneráveis, representando cerca de 70% desta população. Contando com poucos serviços estatais, a Unidade Básica de Saúde enfrenta grandes falhas em seu funcionamento, muitos moradores estão em situação de insegurança alimentar, a oferta de educação é escassa, com apenas um cursinho popular, o Laboratório Ádapo, e poucas iniciativas voltadas para a educação e segurança escolar. Isso leva muitos estudantes a abandonar a escola ou buscar estudos no centro da cidade, gastando mais de 400,00 em transporte.

09/08/2023
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Oiii, T Tudo bem? Eu não vou conseguir porque tenho aula, as 19h 😭 Mas os meninos vão Vc vai tá aí agora a tarde? Depois das 13h? yo, vou estar por aqui sim. To Colando chego daqui 15 minutos E aii T, vc tá por aqui Mensagem encaminhada Layne Mensagem encaminhada Layne O Laboratório Ádapo é a consolidação de anos de atuação educacional e social da fundadora Layne Gabriele. Ele nasceu em 2020, durante a pandemia com a distribuição de cestas básicas. O laboratório é um projeto dedicado a resgatar a autoestima intelectual dos moradores do bairro Campo Belo, em Campinas. Nosso objetivo é proporcionar o letramento digital, acesso a alimentação e promover a produção e valorização de tecnologias sociais. Por meio de nossas oficinas e cursinho popular, buscamos introduzir os jovens a informações que chegam até a periferia de forma fragmentada. O Campo Belo se localiza na região Sul, que abriga mais de 50 mil habitantes divididos em 20 bairros e está localizada a 15km do centro de Campinas. Apenas 2 desses 20 bairros são regularizados, a maioria dos terrenos pertence a indústrias, à Igreja Católica e à proprietários de terras e a área enfrenta a constante ameaça do aeroporto Viracopos, que busca se apropriar da região e desalojar os moradores. No Campo Belo residem aproximadamente 13.123 jovens, dos quais mais de 7.938 estão em áreas vulneráveis, representando cerca de 70% desta população. Contando com poucos serviços estatais, a Unidade Básica de Saúde enfrenta grandes falhas em seu funcionamento, muitos moradores estão em situação de insegurança alimentar, a oferta de educação é escassa, com apenas um cursinho popular, o Laboratório Ádapo, e poucas iniciativas voltadas para a educação e segurança escolar. Isso leva muitos estudantes a abandonar a escola ou buscar estudos no centro da cidade, gastando mais de 400,00 em transporte.

09/08/2023
BaobÁfriCampinas por Eduardo Benedito
A conspiração escrava de Campinas, 1832
1:29 Lumumba TC Tamboryo
Lumumba - Pássaro Preto
Revista Odù: Contracolonialidade e Oralitura - Jade Alcântara Lôbo

Revista Odù: Contracolonialidade e Oralitura - Jade Alcântara Lôbo

Ago, Mokuiu, Motumbá, Kolofé, a benção às mais velhas, às iguais e às mais novas Laroie, Bandagira, Saravá, Mojubá pedimos licença para confluir e compartilhar nosso propósito. A palavra Odù faz referência aos 16 signos de Ifá, o deus do conhecimento, precursor das artes, das palavras e da oralidade. Presente neste mundo para nos elucidar, ele nos auxilia em nossa jornada no ayé (a terra). Os Odùs são os mensageiros e guerreiros de seus conhecimentos e agregam todo o saber existente nessa terra decifrando passado, presente e futuro. Por isso, seguindo esses saberes, nossa revista ouve essas poesias primordiais da ancestralidade, confluindo-as com a experiência afroindígena na diáspora e projetando as oralidades como as raízes que se fundem em rizomas, criando redes entre os povos contra-coloniais, confluindo as suas histórias de luta, de resistência e de beleza. Oralitura é um termo emprestado da Leda Maria Martins, poeta, pensadora e tradutora de linguagens que transita entre a teoria e a poesia; o reinado e a academia; o texto e a performance. Como rainha do reinado do Rosário do Jatobá, propôs o conceito de Oralitura para nos dar outras chaves e epistemologias possíveis a fim de pensarmos sobre as performances negras, nosso registro oral, práticas, fazeres. Nós compreendemos que essa forma de interpretar as diferentes experiências narrativas e literárias dos corpos negros também se integra às experiências, corporeidades, saberes, fazeres e performances indígenas.

16/03/2022
1:23 Tambores de Aço Chico César