Dossier IC Unicamp - Tainã 2014
Dossier preparado pelos professores do IC para hospedar a Madiba na UNICAMP em 2014.
Dossier preparado pelos professores do IC para hospedar a Madiba na UNICAMP em 2014.
Carta Por Uma Extensão Comunitária. 2024
Programa Cultura Viva - Dia da Reinauguração da Casa de Cultura Tainã - 25/11/2005 - Edição Fabio Tozzi Publicado no Estudio Livre em: https://acervo.estudiolivre.org.br/geral/taina-25-11-05-reinauguracao
Pajelança Quilombólica na Casa de Cultura Tainã
Prêmio Destaques CGI.br do 15º Fórum da Internet no Brasil. O evento realizado pelo CGI.br e NIC.br é o principal encontro sobre governança da Internet no país.
Primeiro Baobá plantado na Casa de Cultura Tainã
Primeiro Baobá plantado na Casa de Cultura Tainã
Tese de doutorado de Ana Maria Rivera Fellner sobre a Casa de Cultura Tainã
Rádio Xepa<br> pra fermentar ideias, alimentar cabeças<br><br>com a participação de Adriana Mendes, jornalista militante da baixada santista e Vini da Casa de Cultura tainã, de Campinas, com ecos e encontros do Acampamento Terra Livre.
Encontro para a exibição do filme Danças Caboclas de João Nascimento e Gaspar Záfrica. Encontro muito potente onde assistimos o filme mas também viramos a noite tocando, cantando, dançando e rimando de maneira que podemos comemorar o aniversário de Gaspar.
<b>Rádio Xepa - pra fermentar ideias, alimentar cabeças</b><br><br> com a participação remota de Tc e Vince, e presencial da turma da Arquitetura Itinerante do UNILA - Universidade Federal da Integração LatinaAmérica!<br><br> 20 de março de 2024<br>
Tainã Logotipo original. Arara colorida.
Memória importante dos sonho que vira realidade.. 1992
Mês da Consciẽncia Negra Unicamp No dia 28/11, na Praça da Paz, será inaugurado o território de identidade da comunidade negra da UNICAMP e o plantio do Baobá di Oli em homenagem a Oliveira Silveira. Professora Débora Cristina Jeffrey, da Faculdade de Educação, fala sobre a revitalização de um espaço, considerando-o um ato simbólico e relevante que permite atividades culturais, políticas e científicas. Convida todos para participarem das atividades no dia 28 de novembro, na Praça da Paz, destacando a presença de oficineiros e a semeadura de um novo Baobá como um ato de resistência, em conjunto com várias atividades dos coletivos negros. Juliano Henrique Davoli Finelli, prefeito do Campus, menciona as políticas de ressignificação dos equipamentos públicos da universidade, visando fortalecer os laços com a comunidade, especialmente os coletivos organizados. Prof. Fernando Antonio Santos Coelho, pró-reitor de Extensão e Cultura, destaca a ação conjunta entre a prefeitura, a pró-reitoria de extensão e cultura, e os alunos negros da universidade, junto à Professora Débora, para oferecer espaços de identificação aos coletivos da universidade. Ele anuncia um grande evento no dia 28 de novembro, com várias atividades e a inauguração do espaço, visando o reconhecimento da diversidade da universidade e sua inclusão. O Baobá di Oli será plantado na presença de Naiara Oliveira (filha), em honra a Oliveira Silveira, poeta, militante negro e um dos responsáveis pelo reconhecimento do dia 20 de novembro como dia da consciência negra. O plantio é em parceria com o curso de Africanidades Brasileiras e o movimento dos estudantes negres, simbolizando a resistência através da ancestralidade e tecnologia. Programação - “De ponta a ponta, pontonois e ponto” 14h - 15h30 Oficina - Atividade interativa com brinquedos/tecnologias afro diaspóricas para o público infantil Oficineiros: Cibele Rodrigues, Felipe Pereira 16h - 17h30 Oficina - Apropriação de ferramentas tecnológicas (.nos) Oficineiro: Vince Tozzi 17h30 - 18h30 Cerimônia de Plantio do Baobá di Oli em homenagem ao poeta, intelectual e militante negro brasileiro Oliveira Silveira, um dos líderes pelo reconhecimento do Dia da Consciência Negra. 18h30 - 19h Abertura do evento 19h - 19h30 Roda de Tambor TC Silva 19h30 - 21h Oficina - História e importância do dia da consciência negra Oficineira: Naiara Silveira 21h - 23h Batalha de Rima (Maré)
Mano Renato Freitas voltando pra casa com um pé de Baobá após visita na Casa de Cultura Tainã
Esta tese discute sobre o papel da interação entre tecnologias ancestrais e digitais em duas experiências concretas, a Casa de Cultura Tainã e a Rede Mocambos para, reconhecer as trajetórias em suas práticas descolonizadoras, organizativas, comunicativas e de memória. Procura-se compreender os discernimentos e as práticas construídas pela Tainã e pela Rede e, assim, ampliar a discussão sobre o papel das tecnologias em contextos subalternizados. Estes saberes, concepções e práticas de uso, apropriação e integração das tecnologias por parte de excluídos têm muito que contribuir para concepções teóricas e com iniciativas práticas que pretendam fazer outras organizações. Para compreender esse construto comunitário, a pesquisa se apoia na perspectiva anticolonial da ação participativa e das histórias de vida, métodos que estão ancorados em princípios ético-políticos e epistemológicos que permitem que as estratégias de aproximação sejam de encontro, alteridade e dialogicidade crítica para apreender da experiência das comunidades. Portanto, adota-se uma perspectiva descolonizadora das tecnologias que procura entender as tecnologias no seu sentido possibilitador de autonomia, liberdade, autodeterminação das comunidades, consciência crítica, patrimônio da humanidade e reconhecimento da condição Ch’ixi.
Encontro na Casa de Cultura Tainã
Fruto da junção entre “baobá” e “galáxia”, Baobáxia é um sistema digital livre criado para permitir o armazenamento e compartilhamento de materiais multimídias por locais com pouco ou nenhum acesso à internet. Desenhada por integrantes e parceiros da Rede Mocambos, essa plataforma faz parte da jornada educativa praticada pela Casa de Cultura Tainã com quilombolas, indígenas, caiçaras e assentamentos sobre apropriação tecnológica digital. Voltado para funcionar principalmente com comunidades rurais, esse software livre sincroniza informações de forma descentralizada a partir da internet, quando disponível, e/ou pela troca de dados entre as pessoas que circulam com o programa instalado em algum dispositivo móvel. Seu processo de implementação assumiu a dinâmica de andanças pelos territórios e ganhou o nome de “Baobáxia na Rota dos Baobás” por incorporar saberes ancestrais com plantio de mudas da árvore milenar africana nos encontros de diálogos tecnológicos. Com o sistema Baobáxia instalado no quilombo Campinho da Independência, como um parceiro da rede, esta pesquisa buscou explorar caminhos para identificar como o trabalho promovido pela Rede Mocambos, em articulação de comunidades tradicionais e políticas públicas, foi ou não assimilado no Campinho em seu contexto digital. Partindo de uma revisão bibliográfica sobre a formação da internet, o caso programa GESAC para áreas rurais e o Programa Cultura Viva, este trabalho também agregou visitas de campo, entrevistas, análises de bases de dados e conteúdos digitais. Com apoio de autores que trabalham redes sociais, como Barnes e Bott, e teóricos que trabalham com apropriação tecnológica, como Fouché e Eglash, este trabalho trata-se de uma exploração inicial sobre o tema que envolve redes multiculturais de pessoas e saberes na apropriação conjunta de tecnologias comuns. A synthesis of words “baobab” and “galaxy”, Baobáxia is a free digital system created to allow the storage and sharing of multimedia materials by places with restrictions or no access to the internet. Designed by members and partners of Rede Mocambos, this platform is part of the educational journey practiced by Casa de Cultura Tainã with quilombolas, indigenous, caiçaras and small farmers on digital technological appropriation. Designed to work mainly with rural communities, this free software synchronizes information in a decentralized way from the internet, when available, and/or from the data exchange between people who circulate with the program installed on some mobile device. Its implementation process assumed the dynamics of wanderings across the territories and earned the name "Baobáxia on the Route of the Baobabs" for incorporating the planting of seedlings of the ancient African tree through meetings of technological dialogues. With baobáxia system installed in quilombo Campinho da Independência, as a partner of the network, this research sought to explore ways to identify how the work promoted by the Rede Mocambos, in articulation of traditional communities and public policies, was or was not assimilated in Campinho in its context digital. Started with a bibliographic review on the formation of the internet, the case of the GESAC program for rural areas and the Cultura Viva program, this work also included field visits, interviews, analysis of databases and digital content. With the support of authors who work with social networks, such as Barnes and Bott, and theorists who work with technologies made by technologically marginalized populations, such as Fouché and Eglash, this work is an initial exploration on the theme that involves a multicultural network of people and knowledge in the joint appropriation of common technologies. Autor: Daniel Cardoso de Andrade
No ano de 1832 foi descoberto um plano de revolta escrava em Campinas, envolvendo quinze fazendas. O objetivo deste trabalho é construir uma biografia coletiva dos escravos e do liberto envolvidos nesse plano de rebelião. Buscaremos acompanhar a trajetória desses revoltosos desde o momento em que chegaram na vila de Campinas até o ano de 1832. Levantaremos vários aspectos de suas vidas, como, por exemplo, a época em que chegaram na região, as procedências, os tipos de tarefas desempenhadas nas fazendas, as relações de parentesco e outros. Esperamos com isso tirar algumas conclusões para discutir a temática da comunidade escrava. Existiria uma comunidade escrava homogênea pelo simples fato de todos terem a mesma condição cativa? Ou os escravos eram bastante divididos entre si pelas diferenças de origem, sendo os crioulos (cativos nascidos no Brasil) menos propensos a se rebelarem contra os senhores que os africanos? Ou, ainda, seriam aqueles escravos casados e com profissões especializadas completamente estranhos à maioria dos cativos que não experimentavam essas vivências e totalmente avessos a rebeliões coletivas? O trabalho utiliza o método de ligação nominativa das fontes, baseado em cinco séries documentais: processo-crime de 1832, inventários, censos populacionais, registros de batismo e casamento escravo
Visita realizada em 23/11/2022, Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP. Projeto Siwazi.